segunda-feira, 16 de maio de 2011


 Hoje vou contar uma experiência de  uma amiga, 

escrita por ela mesma


No inverno de 2002, eu tinha 15 anos.
Andava no secundário, no 10º ano, e no 1º Periodo do ano tinha sido atribuido um professor de Educação Física estagiário à minha turma porque a oficial estava em licença de parto.
No início do 2º Periodo, o estágio dele terminara e iriamos ter uma nova professora. O professor estagiário tinha dito, no seu último dia que segundo o programa as próximas actividades seriam de ginástica.

Na noite anterior à aula de Educação Física com a nova professora sonhei que estava na aula a fazer um pino, que tinha caído mal no chão e que tinha partido o pescoço.
Na manhã seguinte quando cheguei à escola disse aos meus colegas que não ia fazer aula, e contei-lhes do meu sonho.
Claro... ouvi o que eu mesma diria a quem me viesse com uma história dessas.

Não vesti o equipamento.
Entrei no pavilhão e a professora anuncia que afinal, iriamos fazer aula de basquetebol.
A minha paixão por este desporto, bem como o facto de afinal não ter de fazer um pino, fez-me ir ao balneário equipar-me.

Passados 30 minutos do início da aula, só me lembro de cair no chão a gritar alto e bom som.
Nunca tinha sentido uma dor tão aguda.
Estava agarrada à minha perna e só ouvia pessoas à minha volta a dizer: "Tu bem disses-te..."

O resultado, que ainda hoje trago comigo, é uma rotura de ligamentos do joelho.
Já não posso correr, jogar qualquer desporto, nem mesmo salta de um simples muro.


Será que agradeço à professora por ter uma rotura de ligamentos em vez de estar paraplégica?
Será que foi o medo do meu inconsciente que me fez propositadamente autolesionar-me?
Será que foi simples coincidência?

É uma resposta que ainda não consegui de mim mesma ao fim de 7 anos. Só sei que tenho uma espécie de fobia em adormecer, comecei a ter ataques de pânico mesmo antes de conseguir dormir. Desde então não me consigo lembrar dos meus sonhos, e este meu "poder" tem-se vindo a mostrar em sensações como arrepios, visões, como se fosse uma espécie de 6º sentido.

sábado, 14 de maio de 2011

Olá pessoal,, eu ja tive algumas experiências na minha vida, relacionadas à esse "tal" mundo não declarado, umas maravilhosas outras não tão boas, e hoje vou contar pra vocês a mais recente e com o passar to tempo vou postando outras experiências.
A pouco tempo fiquei doente, tive uma dor de cabeça por vários dias que não passava com nada, após algumas idas e vindas ao prono socorro, resolvi buscar um especialista, no momento da consulta após alguns exames o médico me internou , ali, inesperadamente, naquele momento , fiquei internada por quase 30 dias passando por exames , alguns bastante desagradáveis.
Bem, vou resumir, depois de todo stress, indefinições, duvidas, espectativas, tristeza que causa uma internação, tive alta com o seguinte diagnóstico "dicecção de 3 artérias" duas frontais (pescoço) e uma dorsal, ou seja romperam-se as paredes internas e o sangue passou a circular entre a parede externa e a interna, umadas arterias teve a parede externarompida causando um derramamento de sangue no cérebro (AVC).
Durante minha internação toda e até a definição, eu como sou adépta da Lei da atração, daforça do pensamente, semrpe lendo , estudando e aplicando em minha vida, fiquei mentalizando a frase "TOMO POSSE DAMINHA CURA, EU JA ESTOU CURADA", mesmo nos momentos down, de tristea eu mentalizava essa frase.
Conclusão - absolutamente nenhuma sequela, os médicos me disseram, que a probabilidade de alguem ter o que eu tive , é a mesma de alguem ganhar na mega sena, e que não acreditavam que estavam ali olhando para mim como alguem que teve o que tive e sobreviveu, e acima de tudo sem nenhuma sequela.

Pois é pessoal, a cada dia que passa me convenço mais que nossos pensamentos, nosso positivismo pode e "MUDA" as nossas vidas.